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Entrevistando para Saber
Renata Dias Jornalista, formada pela Universidade do Vale do Paraíba; Pós graduando em Assessoria, Gestão da Comunicação e Marketing na Universidade de Taubaté; escreve diariamente no Portal Planeta Educação.

João Luís Almeida Machado
Educador

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Foto-de-Joao-Luis
Pai de duas encantadoras crianças, marido, companheiro, amigo e além de tudo um excelente Educador. Mestre em Educação, Arte e História da Cultura, Professor universitário e Editor do Portal Planeta Educação. Em nossa primeira entrevista para coluna Entrevistando para Saber, nosso editor João Luis falou sobre a paixão de ensinar, a educação no Brasil, os sentimentos que faltam no cotidiano dos alunos e dos pais e da relação entre a educação e a tecnologia.

Planeta Educação - Primeiramente gostaria de saber um pouco mais sobre essa sua paixão de ensinar?
João Luis - Eu nunca pensei que iria me tornar um professor. Imaginava que eu fosse fazer História, seria pesquisador ou historiador, hoje em dia eu sou historiador e pesquisador, também. Mas a partir do momento que entrei em uma sala de aula, comecei a atuar como professor, surgiram alguns desafios. Por exemplo, eu não me conformava com o modelo que a escola utilizava: tradicional e conteudista. Isso me parecia um grande desafio, eu gostaria de atuar no sentido de reformular, de alterar, de aprimorar, de criar coisas novas. Acho que me tornei educador por conta desses desafios, pela disposição de fazer da educação uma ferramenta mais efetiva, digamos: tornar isso um lugar mais agradável, mais gostoso, dar um outro sentido pra própria idéia de aprender. Viver sem isso hoje em dia é praticamente impossível. Eu estou trabalhando na Futurekids, no Planeta Educação, mas não posso abandonar a sala de aula. A sala de aula me alimenta, me energiza está sempre concedendo algum recurso, algo novo.

"Eu não me conformava com o
modelo que a escola utilizava:
tradicional e conteudista."

Planeta Educação - O verdadeiro educador é apaixonado pelo que faz. Assim como você é apaixonado pelo que faz em sala de aula. Ter repertório é fundamental, mas e a criatividade, faz a diferença?
João Luis - Isso que você falou de paixão é alguma coisa que deve existir em todas as profissões: Jornalista, Executivo, dono de uma banca de jornal, dono de carrinho de cachorro quente, todo mundo é importante. Desempenhar uma função, estar trabalhando, verificar e entender aquilo como importante, é o primeiro passo. Agora, com relação ao curso, o trabalho é de constante pesquisa. O educador que não pesquisa, perece como educador ele perde o princípio norteador. Teoricamente a nossa função é de estimular os estudantes a pesquisar ao longo dos anos, a se interessarem pelo conhecimento, a buscarem novos horizontes, e se nós mesmos não possuirmos essa gana, essa dinâmica de vida, então fica difícil passar adiante.
Então, por exemplo, leituras de jornais, de revistas como uma forma de atualização, a utilização das novas tecnologias como a internet, como os filmes, o acompanhamento dos lançamentos dos livros da área de educação. Ler pelo conhecimento, pelo prazer, pelo engrandecimento que isso proporciona; ler educação, sociologia, história, literatura. Eu acredito que o caminho seja basicamente esse. Essa é a forma para se estimular a criatividade.

Foto-de-Joao-Luis

Planeta Educação - Como é aplicado isso dentro da sala de aula?
João Luis - Com a leitura de todos esses recursos, você pode adaptar essas situações e recursos para sala de aula. Um dos recursos que gosto de utilizar e certamente é o programa Roda Viva, da TV Cultura. Tento, no caso, estimular os alunos a trabalhar como jornalistas, interrogadores, especialistas que estão entrevistando, não uma celebridade, mas uma pessoa que entende muito a respeito de um determinado tema. Escritor, historiador, político, esportista, nós determinamos uma temática e ele tem que buscar o máximo de informações que puder para compor questões. Cria-se todo um clima de encenação, alunos entram e vestem os personagens e estão naquele momento desempenhando. Você consegue ter um aprendizado dinâmico, o que é muito interessante. As atividades são partilhadas, então no final das contas você criou um programa de TV, um modelo de participação que é efetivo, que é engraçado, que é dinâmico.

"O que eu uso como referencial é procurar sempre estar estudando, o estudo como uma constante, é uma coisa que me dá prazer, eu estudo porque gosto."

Planeta Educação - O professor está acostumado a sempre dar o mesmo tipo de aula e você tem o seu diferencial. Você já teve algum problema com isso? Como é lidar com isso dentro da escola?
João Luis - No começo foi complicado porque as escolas em que trabalhava não utilizavam procedimentos construtivistas. Nem mesmo eu tinha uma consciência muito clara e teórica das estratégias, do posicionamento que estava assumindo nesse momento, até porque eu não era formado em pedagogia. Depois, com o estudo, vamos nos aperfeiçoando, percebendo, lendo as diretrizes e identificando as matrizes da teoria. Muitos professores não entendiam bem a proposta de trabalho e imaginavam que ao invés de estar dando aula eu estava matando o tempo. No começo houve resistência. Afinal de contas o resultado que surgia era trabalho árduo e compenetrado por parte dos alunos. Eles gostavam do trabalho, gostavam da disciplina, gostavam até da minha pessoa e comentavam; “Ah! Se todo mundo fosse como o João”. É lógico que no fundo eu também estava torcendo para que os outros professores estudassem e reformulassem sua forma de agir, não para fazer igual a mim, mas para seu próprio aperfeiçoamento. Com o passar do tempo, conseguimos montar o projeto com outros professores, construímos pontes para que outros também pudessem usufruir dessas experiências. Hoje trabalhando no Planeta Educação fica cada vez mais clara essa necessidade de socialização e essa possibilidade de dar um subsídio, uma possibilidade de diálogo ao professor, que entra no site, que é convidado a ler os textos para que possa concordar ou não, criticar, emendar, colocar uma nova idéia, pegar o projeto e falar assim. “- Ah! Essa idéia é relativamente boa, então vamos modificar, vamos colocar mais isso, vamos tentar fazer desse outro jeito”.

Foto-de-Joao-Luis

Planeta Educação - Mesmo porque, quem acessa o conteúdo são professores de várias disciplinas?
João Luis - É de várias disciplinas, e tenho que fazer as necessárias leituras e adaptações. Lógico que a gente tenta fazer de uma maneira global, mas pela informação que tenho como historiador, acabo puxando mais para esse lado, no final das contas é bem positivo, tem muita gente acessando, tem bastante gente conversando, perguntando. Estamos recebendo muitos e-mails.

"O professor não é apenas divulgador das informações, na Matemática, na Biologia, na Geografia, também é uma pessoa que tem que trabalhar valores, ética, coerência, cidadania e princípios que vão reger a vida do aluno. "

Planeta Educação – Em relação aos artigos que você publica para os professores no Portal Planeta Educação, será que eles estão procurando concretizar essas novas idéias também em sala de aula?
João Luis– Estão. Eu tenho verificado, não só na escola onde estou atuando, mas também nos encontros que são promovidos pela empresa. Há muitas pessoas interessadas no uso da ferramenta cinema. Querem saber o que é, como funciona, como pode ser implementado o uso, a metodologia. Com uma prática regular, com sentido e com direção vinculada ao conteúdo que possa criar pontes entre as disciplinas. Temos recebido informações a respeito, não só disso, também do uso da Internet e das estratégias de trabalho em sala de aula que são divulgadas no portal, através da coluna Diário de Classe. Nós não temos como auferir isso, não estamos nas escolas verificando, mas o simples fato da consulta já é uma amostra de curiosidade, do interesse de renovar a linguagem, a comunicação.

Foto-de-Joao-Luis

Planeta Educação - Falando um pouco sobre tecnologia, hoje o uso do computador em sala de aula, e principalmente no cotidiano do aluno tornou-se essencial. Como o você avalia a inserção da tecnologia para aprendizagem do aluno? Afinal, a tecnologia é positiva ou negativa?
João Luis - Eu acho que essa tecnologia veio para ficar, não temos como regredir do ponto que a chegamos. O computador e a Internet são essenciais a partir desse momento. Eu penso apenas que a escola deveria se preocupar em criar referências de trabalho com o computador, isso quer dizer: orientações, estatísticas ano a ano, como essa ferramenta pode ser útil, orientações quanto a caminhos, links, sites, um dado primordial para utilização que é a busca sempre de destinos onde você tem como identificar os autores do material divulgado na web (quem é, atua onde, escreveu porque, baseou-se em quais textos, materiais). Coisas como essas seriam fundamentais. Agora, ao mesmo tempo em que vejo a tecnologia como uma luz, um novo caminho, eu imagino que nós temos que necessariamente reforçar por outro lado a continuação do uso do livro. O livro precisa ser revalorizado, não é por que a internet entrou em nossas vidas que ela vai sacrificar os livros. Porém, da forma como ela está entrando o aluno vai se desinteressando pelos livros.
Eu assisto televisão e gosto muito de filmes, mas não abro mão da literatura, é ela que dá e que faz a diferença. É lógico que dá para ler um livro na internet, mas não tem o mesmo sabor, não tem o mesmo retorno de você poder grifar, anotar um verso, uma oração, um conceito. Então eu vejo isso também como essencial, a necessidade de valorizar os recursos tecnológicos, mais ao mesmo tempo implementar dentro da própria escola trabalhos que valorizem e retomem a leitura como um diferencial no processo formativo.

"Vejo meus alunos preocupados com o futuro, com a carreira, com a profissão, mas eles não aprenderam a gostar uns dos outros como deveriam."

Planeta Educação - A tecnologia, além de explorar e apresentar vários assuntos, prende a concentração do aluno. O aluno dentro de um laboratório de informática pode explorar todo o conteúdo. Como você vê isso?
João Luis - É positivo no ponto de vista que ele está tentando expandir o conhecimento. Mas a gente tem que ter cuidado porque na medida em que o estudante vai abrindo as portas da Internet, vai recebendo receitas prontas, os conteúdos já estão previamente preparados. Então seria importante promover o uso dessa ferramenta de uma maneira mais inteligente. É fundamental que essa informação seja lida, grifada, destacada, comparada com outras fontes e com o que o próprio professor diz. Cria-se, dessa forma, um elemento de pesquisa que não fica restrito ao ambiente virtual, mas que se amplia com encontros com especialistas, com buscas em outros meios, como os próprios livros, jornais, com o filme que foi assistido...

Foto-de-Joao-Luis

Planeta Educação - E o aluno vem fazendo isso?
João Luis - Regularmente. Na verdade os professores têm que constantemente criar elementos através dos quais ele provoque o aluno a pensar a respeito dos assuntos estudados e não só simplesmente a copiar e colar. Usar a imaginação. Você pode fazer isso com criação de jogos, dramatização, cartas, histórias em quadrinho, criptogramas, arte; há inúmeros caminhos, basta transformar e adaptar para sua utilização.

Planeta Educação - Como você vê a educação brasileira?
João Luis– Há, ainda, uma distância muito grande entre as escolas públicas e privadas. Eu acredito que o ideal seria que houvesse um projeto de grande amplitude, que objetivasse diminuir ou zerar os atrasos que existem de uma região no prazo de uns 20 anos. Mas isso exigiria um esforço conjunto, uma negociação política. Li uma reportagem do Cláudio Correa e Castro, publicada na revista Veja que dizia o seguinte: “O Japão e a Coréia são exemplos de paises onde a educação está avançada. O diferencial para que isso aconteça é a participação da família”. Ou seja, da comunidade na cobrança por uma educação melhor. Não só junto às autoridades e aos próprios responsáveis pela educação como professores, diretores, coordenadores, mas também em relação aos seus próprios filhos e a gente não vê isso aqui. Teríamos que ter um esforço que reunisse um pacto político favorável a esta transformação.

"É um encontro com o fator humano, a gente tem que aprender a viver de uma forma mais humana"

Planeta Educação - O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse, na abertura do 4º Encontro do Grupo de Alto Nível em Educação para Todos, que o Brasil está "comprometido até a alma" com as metas do milênio definidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), dentre as quais se destacam o combate à pobreza e o acesso à educação. O senhor acha que isso já vem acontecendo? E como isso pode ser melhorado?
João Luis - Eu acredito que não só o governo Lula, mas também o governo anterior, de Fernando Henrique Cardoso, se preocuparam bastante com a educação, tanto que investiram numa renovação, com o surgimento dos PCN´s, da avaliação das universidades, do ENEM. Houve um investimento sério. Mas o nosso atraso é muito grande, nem sempre o respaldo do Governo Federal é a garantia de que os estados vão reaplicar esses recursos em educação como deveriam. As políticas estaduais ou municipais muitas vezes apesar de terem conseguido essa diretriz geral e nacional, não o fazem. O professor apresenta resistências as alterações, ao construtivismo porque acha que vai perder a rédea. Tem medo que o aluno mais vivo, mais dinâmico, mais produtivo, solto na sala de aula, possa representar uma ofensiva a sua autoridade, ao seu poder. Então a gente vê que os focos de resistência a essas políticas de renovação educacional existem mesmo entre os professores. A alteração no pensamento político nacional a favor de uma educação de melhor qualidade é um ganho expressivo, mas em termos do cotidiano da sala de aula a recepção ainda é muito pequena.

Foto-de-Joao-Luis

Planeta Educação – Será que o Brasil do Futuro já chegou ou chegará algum dia?
João Luis - Eu escuto que o Brasil é um país do futuro desde que era criança. Todo mundo diz que o Brasil é o país do futuro, eles esquecem das pessoas que estão vivendo aqui hoje, vivendo o presente, eu vejo as ferramentas da tecnologia como um alento político do governo para educação. A disposição permanente dos professores em favor de mudanças, as pesquisas que estão surgindo e que as universidades que estão divulgadando. Tudo isso é importante, mas eu tenho uma preocupação ainda maior. As pessoas estão consumindo suas vidas em busca de um ideal de perfeição e estão deixando de olhar para quem está mais próximo, para aquilo que é mais palpável, mais importante na vida delas. Lógico que eu valorizo minha carreira, como você valoriza a sua, mas o que eu percebo é que às vezes a gente não entende que a carreira é apenas uma parte da nossa vida. Que nós além de sermos professores, jornalistas, médicos, advogados, também somos irmãos, cônjuges, pais, filhos, amigos. E que esses vínculos, essa relação humana, muitas vezes vem perdendo espaço pela necessidade de trabalho, da profissão. A minha preocupação maior passa a ser essa, a gente ensina isso na escola, no trabalho, mas é alguma coisa que a escola tem que valorizar. É um encontro com o fator humano, a gente tem que aprender a viver de uma forma mais humana. Não sei se estou sendo muito claro com isso, mas vejo meus alunos preocupados com o futuro, com a carreira, com a profissão, mas eles não aprenderam a gostar uns dos outros como deveriam. Muitas vezes até admiram o pai e a mãe, mas não conseguem expressar esse carinho e afeição de uma forma verdadeira, plena, autêntica.

"Prioriza tanto a carreira, a profissão que o lado pessoal, das relações humanas esta sendo desperdiçado. Estamos jogando o tempo no lixo, eu sinto que isso ainda faz muita falta."

Planeta Educação - Você acha que falta um pouco mais de sentimento?
João Luis - Falta, a escola precisa de um pouco mais disso. Os alunos precisam, eles pedem esse contato com a palavra amiga, nesse momento em que você não só orienta em relação ao conteúdo, aos assuntos que estamos trabalhando sala de aula, você dá uma palavra amiga, dá uma orientação, coloca a bola no chão e fala: “Agora vamos pensar nisso”. No livro A Última Grande Lição, o professor fala justamente sobre isso. - O professor está doente, prestes a morrer, tem uma doença que vai levá-lo a morte em poucos meses, um dos ex-alunos (jornalista famoso) passa a ter contato com ele para conversar, e essas conversas vão resultar numa nova lição, na última grande lição. Afinal de contas o que fica para mim? O que fica para você? Você vai se lembrar durante muitas horas no escritório, no trânsito, das reuniões, das dores de cabeça, ou você vai se lembrar do amor da sua vida? Dos seus filhos? Do dia que levou a sua filha ao parque para brincar ou o seu filho para jogar uma partida de futebol? Que você saiu com seus amigos? O que fica realmente, não tem mais essa dimensão. Prioriza-se tanto a carreira e a profissão que o lado pessoal, das relações humanas, esta sendo desperdiçado. Estamos jogando nosso tempo no lixo, eu sinto que isso ainda faz muita falta. Os professores estão muito espremidos pelos horários e pelos planejamentos, acabam não olhando para o lado e vendo uma outra pessoa. Eles vêem um número, uma pauta que eles têm que terminar no preenchimento da caderneta, não vêem o aluno como uma pessoa que tem sentimentos e família, como quem precisa de orientação, amizade, solidariedade.

Foto-de-Joao-Luis

Planeta Educação - Além de atuar em sala de aula, você escreve também para o portal Planeta Educação, como é conciliar estes trabalhos?
João Luis - É um prazer enorme porque na verdade esses trabalhos são concatenados, eu não posso escrever se não tiver em atividade, é a sala de aula que me dá o subsidio, é a realidade sendo transformada num artigo, num editorial. E trabalhar no Planeta Educação foi o canal que me permitiu entrar em contato com outros professores, saber dos problemas, as dificuldades. Eu acho que seria inviável pensar em ser editor do portal sem estar em sala de aula, assim como seria um prejuízo muito grande se eu fosse apenas professor e não tivesse a possibilidade de trabalhar como editor. Então é uma relação muito saudável. Além de estar envolvido com esse mundo que é tão contagiante e fantástico que é a educação.

"Todo mundo diz que o Brasil é o país do futuro, eles esquecem das pessoas que estão vivendo aqui hoje, vivendo o presente, eu vejo as ferramentas da tecnologia como um alento político do governo para educação."

Entrevista e Fotos: Renata Dias

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9 COMENTÁRIOS

1 Vaneuza Santos Cana Brasil - FEIRA DE sANTANA
Fascinante...só isso...fascinante...Excelente, que grandeza de conhecimento, espírito e amor à profissão. Estou no 1° período de Licenciatura em pedagogia e quero fazer inglês, mas essa entrevista mexeu muito com minha escolha, não sei como nem porque, mas tudo que li surtiu um efeito especial na minha vida e carreira... Obrigada João, por você existir...
10/7/2009 17:12:26


2 Jorcelene Rodrigues Cardoso - São José dio Vale do Rio preto
Gostei muito da entrevista. È muito bom encontrar pessoas comprometidas com a EDUCAÇÃO. Pois está ficando muito difícil trabalhar em sala de aula. Temos que ter amor pelo que fazemos...Vc está de parabéns! abraços.
31/3/2009 22:58:07


3 adalva de moura dos santos - uruguaIANA RIO GRANDE DO SUL
OLA ,AMEI ESTE MATERIA SOBRE ESTES ASSUNTOS ABORDADOS LI ,FEZ MEU TRABALHO BASEADO EM SUAS TERIORIAS DO CONHECIMENTO , OBRIGADO ,MUITO ESCLARECEDOR .
22/4/2008 20:24:23


4 maria meyrelandia fernandes aguiar - Tianguá-Ceará
Fiquei fascinada com a entrevista do Educador João,é de pessoas assim que a educação do nosso País precisa.
14/9/2007 17:05:10


5 Cristina da silva lima de oliveira - Itapevi-São Paulo
Adorei ler os seus artigos, estou cursando o 1° ano de pedagogia e achei interessante e motivadora a sua postura e determinação em acreditar que podemos educar de maneira que cative os estudantes,vivemos ne um tempo em que muitos educadores perderam a esperança em formar cidadãos conciêntes e melhores. Para mim ler esses artigos me motivou mais a me dedicar a essa profissão com verdadeiro empenho e amor.
11/9/2007 10:58:53


6 Sebastião(Já escreví ontem. Este aqui não precisa publicar. - SP
... Já dissera o ilustre Bill Gates: "Meus filhos têm que aprender o prazer de ler livros, apesar de ter os computadores à disposição" TKS, Sebastião
6/9/2007 13:55:43


7 Sebastião Deoclecio Barbosa - Linhares-ES, pero hoy, em São Paulo(Capital)
Não foi preciso ler para saber que se trata de algo muitíssssssimmmmoooo bom. Estou aqui num computador do Estado e não tenho tempo para ler, mas com certeza, estou tentando passar ao meu e-mail para poder ler cada linha desta entrevista. No meu próximo horário aqui na sala de internet ( C.E.U de Perus), eu estarei te conhecendo melhor, para crescer em conhecimento e educar os meus hijitos (Sebastião 05-09-07
5/9/2007 10:56:23


8 Dulcelene A. Vitorino - Lorena - SP
Adoro todos os artigos escritos por João Luís, acredito que e ele tem a mente muito expansiva para a educação e isso faz com que ele faça a diferença, sempre esta buscando a maneira de instigar os alunos a conhecerem cada vez mais, motivando e insentivando o estudo de varias maneiras.. Tive o prazer de presenciar algumas paletras dele na empresa em que trabalhei em Lorena (Futurekids) e fiquei encantada, porque o que ele fala nas palestras, sabemos que não é novidade, mas a novidade esta nas varias maneiras que ele encontra de nos fazer entender a mensagem que ele se propoe a passar....Um excelente profissional....Hj em dia para ser um excelente profissional é necessario gostar muitoo do que faz...e com toda certeza é uma pessoa que ama o que faz, pois é tudo bem planejado....Parabéns por seu trabalho...sou uma grande apreciadora de todas suas colunas....um grande abraço
17/5/2007 07:03:23


9 ANA ROOS - SJCampos
sÓ DE LER ALGUNS ARTIGOS ESCRITOS PELO PROF JOÃO LUIS FIQUEI ENCANTADA COM SUA SABEDORIA E BELEZA COMO PESSOA. AGORA COM ESTA ENTREVISTA ME APAIXONEI... QUE POSSAMOS CADA DIA MAIS ENCONTRAR PESSOAS QUE ACREDITAM NA EDUCAÇÃO COMO ESTE MARAVILHOSO PROFESSOR!
9/3/2007 16:22:10


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