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A Semana - Editorial
Erika de Souza Bueno Coordenadora Educacional da empresa Planeta Educação; Professora e consultora de Língua Portuguesa pela Universidade Metodista de São Paulo; Articulista sobre assuntos de língua portuguesa, educação e família; Editora do Portal Planeta Educação (www.planetaeducacao.com.br). E-mail: erika.bueno@fk1.com.br

Um Lugar de Proteção - 13/11/2012
A Família como Responsável pela Segurança Emocional de seus Filhos

Nossa família necessita de proteção, cuidado, zelo, comprometimento e amor.

Ao abrir o portão de casa, numerosos são os convites que, fantasiados, desejam ver nossos filhos prostrados e à margem de tudo o que é bom e ideal para se viver.

Essas investidas, ao envolverem uma criança em pensamentos impróprios, comprometem seu modo de ser e de agir durante seus próximos anos de vida, impactando todos à sua volta.

O mais grave de tudo isso é que essas ações podem passar despercebidas até mesmo aos olhos da própria família.

Muitas vezes, elas acontecem sem permitir condições de identificação ao meio familiar, oportunamente considerado o principal agente responsável pela proteção da criança, do adolescente e do jovem.

Ideias de revolta e quebras de paradigmas podem se tornar fatores que causam imensos e (às vezes) irreparáveis prejuízos às escolhas de vida de nossos filhos.

Nossa casa, contudo, precisa assumir seu papel de lar, ou seja, de um lugar forte que foi construído sobre bases sólidas, diariamente fortificadas pela palavra, conselho e cuidado.

Ao voltarem para a casa, nossos filhos precisam ver contrastados os maus conselhos que presenciaram diante de companhias nem sempre bem-vindas.

Eles necessitam de correção sadia, madura e consciente, de modo que tenham recursos para optar entre o bom e o mau caminho.

A presença da família em 100% do tempo é praticamente impossível, mas não é desculpa válida para a ausência de conselhos e palavras de despertamento.

É perfeitamente possível que pais que trabalham longas horas fora do lar tenham impactos positivos e significativos na vida de seus filhos.

Dentro de casa, eles se ocupam menos com a administração física do ambiente, dando maior atenção à respectiva família, ou seja, àquilo que diariamente sofre intervenções negativas lá do lado de fora.

Telefones durante o dia, mensagens no celular ou até mesmo nas Redes Sociais são boas alternativas a essas famílias que não negam aos seus filhos o que eles mais precisam dela, ou seja, a assistência emocional a qualquer tempo.

Suas abordagens levam em consideração os mais diferentes assuntos, pois sabem que não há o menor limite para que quaisquer temas sejam discutidos entre os grupos de “amigos” de seus filhos.

Exemplos assim mostram que é sim possível que a família esteja preparada para enfrentar quaisquer conteúdos abordados pelas crianças e jovens de nossa geração.

Essas intervenções, no entanto, necessitam ser sábias, pois o lado mau deste mundo quer tirar do seio familiar o direito de interferir na vida dos próprios filhos.

Um lugar sadio para se habitar, contudo, é desejo, necessidade e direito de nossas crianças, adolescentes e jovens.

Cabe à família revestir-se de força e envolver seus filhos em laços de companheirismo, amor e, enfim, segurança.

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