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Carpe Diem
 

Minha Vida, Meu Tempo - 07/05/2012
Éder Roberto Dias

Que estamos sempre a um passo de nosso mal, estamos sempre nos imaginando em algum lugar que pudesse nos fornecer a liberdade que sequer aceitamos já existir.

Quem realmente somos? Em que ponto de nossa vida conseguiremos dar valor ao que fazemos? Os medos, as procuras e as muitas preocupações afetam a forma com que nos vemos e somos vistos.

Essa deformidade de aparências elimina de nossa fonte produtiva a semeadura do quanto somos incapazes de absorver a esperança como condutora natural de nosso bem pessoal.

Somos criados a ver os outros e a buscar exemplos que nem sempre condizem com o que procuramos! Meu tempo...

A vida deve ser elaborada por nossos próprios recursos, por nossa maneira simples em nos ver e admirar a capacidade que nos foi dada desde o princípio de nosso existir.

Sem atropelos ou fontes de reparação contraditórias as normas que existem em nosso querer.

Estamos aqui para instituirmos uma relação que nos apoie em nós mesmos e, que seja, intensificado pela conduta que se relacione bem com todas as tormentas agressivas que viverá em nós até que a luz se apague diante de nossos olhos.

Devemos nos ver fortes e organizados em nosso querer, em nossas possibilidades e na normalidade que introduza uma riqueza de valores que orquestrem um apoiar-se diante das muitas indiferenças que nos chegarão a todo o momento.

As síndromes ruins existem e não devem ser ativadas por nossas dúvidas ou receios em seguir vencendo a tudo e a todos.

Fomos ensinados a respeitar as diferenças, mas não fomos educados a renegar as diferenças que tentam nos impedir de seguir por caminhos que são nossos melhores destinos.

Quem realmente somos? A quem devemos questionar as nossas más síndromes que cultivamos em nosso “eu”? Com exatidão e reprogramação: ninguém!

Caberá a nós encontrar uma referência de ajustes que nos elevem a ser o que desejamos ser.

Sem metodologias ocupacionais que sirvam apenas de desculpas baratas e irresponsáveis com o que possa nos ser bom.

Estamos adoecendo nosso corpo por não aceitarmos as nossas diferenças pessoais. Somos diferentes e desejamos diferentemente uns dos outros!

Para cada decisão tomada, uma renúncia que deve ser aceita como a mais sensata e organizadora de nossas vidas. Sejam elas em qual patamar forem!

A vida nos leva a viver a magnitude de nossas ações e escolhas, para tanto, erros acontecerão no decorrer das muitas tentativas que faremos. O propósito maior da vida é a felicidade!

As pontes caídas e areias movediças são obstáculos aos quais podemos ultrapassar com segurança e muito tranquilidade, desde que nos façamos condutores de nosso melhor estar e receber.

Somos voláteis com as ondas do mar que se movimentam ao sabor do vento, somos tempestivos como a chuva forte que cai acompanhada por trovões e relâmpagos.

A vida deve ser aceita, compreendida, vivida com dignidade e muito respeito.

Cada um de nós foi educado de uma forma diferente e essa maneira deve nos servir de início a sermos capazes de reluzir o melhor que há em nosso desejo em desejar.

Quem se obstrui a isso eleva seu medo e alimenta fontes de síndromes que paralisam o melhor de nossa fonte.

Afaste a depressão com a ação de seu sorriso. Deixe a síndrome do pânico para aqueles que nunca aprenderam o valor do amor que movimenta nossos sonhos e a austeridade de nossos sentimentos.

Pense com orgulho ao tudo que você representa! Idealize suas cores e se aceite com a realidade que te faça acreditar em você.

Estamos juntos em um mesmo planeta, sobre uma mesma natureza que se divide por cada um de nós. Quem somos não importa, mas quem seremos fará a diferença quanto ao tempo e a vida que está em você.

Antes de chorar, verifique o porquê das lágrimas; antes de maldizer a sua existência, verifique o muito que fez e antes de se entristecer, busque as alegrias que você proporcionou em sua vida.

Quem tem uma história de muita luz não pode se esconder na escuridão de pensamentos ruins. Faça de cada dia uma fonte natural para seu brilho!

Dessa forma, as síndromes ruins nunca se apoiarão por sobre o muro de sua felicidade. Seja sempre integrado ao bem de seu melhor.

Eder Roberto Dias é Escritor, poeta, palestrante e autor do livro: O amor sempre vence... Editora Gente www.editoragente.com.br. Contato com o autor: ederoamorsemprevence@bol.com.br. Trecho retirado de uma palestra realizada em 01/04/2012. Tema: Meu tempo... Minha vida.

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