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João Luís de Almeida Machado é consultor em Educação e Inovação, Doutor e Mestre em Educação, historiador, pesquisador e escritor.

If you wish to improve -
“Speak Up”

http://speakup.ig.com.br/

Pagina-UOl-speakup
Página de abertura do site Speak Up (09/10/2003)

Quantas pessoas você conhece que conseguiram emprego justamente por que sabiam falar inglês? Você já perdeu alguma oportunidade de trabalho por não dominar esse idioma? Já te disseram que a língua mais falada na internet (e no mundo real também!) é o inglês? Você conseguiu superar a barreira do verbo to be e da sintomática frase “the book is on the table” ou ainda se sente vítima das piadas do Casseta e Planeta a respeito do ensino de inglês no Brasil? After all, Do you speak english?

Falar inglês deixou de ser um quesito extra, contido nos currículos de qualquer profissional bem posicionado. Tornou-se pré-requisito essencial. Pode significar oportunidades em qualquer mercado de trabalho, no Brasil e no exterior. O advento da web (teia em inglês) veio apenas confirmar aquilo que era muito mais que uma tendência. Firmou as bases e pede, a todo instante, que tenhamos coragem e disposição para aprender inglês.

O pior é constatar que, apesar das escolas públicas oferecerem inglês desde a 5ª série (em algumas escolas, da rede privada, o ensino de línguas começa na 1ª série; outras antecipam ainda mais e iniciam esses trabalhos na Educação Infantil), os estudantes, ao se formarem na 8ª série (concluindo o Ensino Fundamental) e, posteriormente, no 3º ano do Ensino Médio, ao concluírem seus cursos, pouco ou nada sabem da língua.

O que fazer?

Ao poder público caberia investir com mais seriedade nos projetos de ensino e aprofundamento da língua estrangeira (inglês, espanhol). Disponibilizar recursos adequados, preparar seus professores, atualizar os conhecimentos referentes à didática e a modernização da língua, equipar bibliotecas, produzir laboratórios, investir em internet e CD-Roms, por exemplo, seriam iniciativas valiosas.

Aos pais e a comunidade seria indispensável participar mais da vida escolar de seus filhos. Fiscalizar e cobrar. Questionar e sugerir. E no que tange ao ensino de língua inglesa, verificar os recursos, encontrar periodicamente os docentes, acompanhar a evolução dos estudos dos filhos e pedir que mais aulas de línguas sejam incorporadas ao currículo (em média são dadas 2 aulas por semana a partir da 5ª série; essa quantidade acompanha os alunos até o final do Ensino Médio. O ideal seria que fossem dadas 3 aulas semanais).

Aos professores e diretores de escola caberiam responsabilidades como cobrar a instalação de laboratórios, a aquisição de livros ou, também, o aumento do número de aulas. Além disso, seria fundamental que os “teachers” estudassem e se aperfeiçoassem ainda mais. Isso significa se adequar para a utilização dos recursos incorporados ao cotidiano e, ir além, criando alternativas e propondo soluções inovadoras a partir dos recursos (mesmo quando exíguos) existentes.

Se na escola em que lecionam existem laboratórios de informática ligados a internet, uma das boas opções da rede mundial de computadores é o site da revista Speak Up. Confiram a seguir.

A Giant Gets Bigger
Nintendos Game Boy Advance may have some pretty hot competition coming up. Before the end of the year, mobile phone giant Nokia plans to expand its horizons with N-Gage, a GSM mobile phone on which you can also play videogames stored on tiny memory cards. The cost has yet to be determined, but estimates vary from $100 to $200.

Nokia-N-Gage

Reportagens curtas como a que está disponível acima, encontrada no link
http://www2.uol.com.br/speakup/future/index.shtml#2 , estimulam os novos leitores
e permitem aprofundamento na língua inglesa. São frequentes no site da Speak Up.

Os Caminhos

- Um dos pontos mais fortes e interessantes da Speak Up são as matérias em inglês. O material disponibilizado não tem como base ou fundamento o ensino da língua inglesa. Pode ser utilizado com tal propósito, mas isso depende de adaptação e preparação prévia dos professores.

- O fato de a revista ter uma caracterização jornalística, onde se dá ênfase nas reportagens a assuntos de cultura, tecnologia, viagens, esportes, personalidades e tantos outros temas, permite que os estudantes se identifiquem mais com o site.

- A divisão do site é feita por temas ou assuntos. Estando disponíveis opções (todas em inglês, of course) como:

Top-Thrill-Dragster
Top Thrill Dragster, a maior e mais rápida montanha russa do mundo é
apresentada em notícia sobre a cidade de Sandusky (em Ohio), disponível na coluna City Lights.

# City Lights – onde notícias curtas sobre cidades dos Estados Unidos ou de outras partes do mundo são apresentadas a partir de particularidades específicas dessas localidades.

# Future Shock – Setor em que são apresentadas as novidades da alta tecnologia, de celulares a computadores, de produtos de beleza a brinquedos.

# Style Watch – Coluna que se dedica a examinar a moda e alguns de seus expoentes (celebridades, estilistas, modelos, artistas,...).

# Music Notes – Nos atualiza em relação aos últimos lançamentos do mercado musical e dá informações sobre músicos, gravadoras e eventos do setor.

# Movie Trailer – Quer estar por dentro dos novos lançamentos nos cinemas e nas locadoras? Deseja informações adicionais sobre seu astro ou estrela preferidos? Dê uma olhada em Movie Trailer.

# Bookmark – Dicas valiosas em livros para quem não dispensa algumas horas na companhia de ótimos autores.

- Além disso, a Speak Up ainda nos permite alguma diversão na língua do Tio Sam com as Crosswords (as clássicas palavras-cruzadas).

Audrey-Hepburn-e-Alfred-Hitchcock
Audrey Hepburn e Alfred Hitchcock, expoentes do cinema mundial são exemplos de personalidades
que tem suas vozes disponíveis no arquivo Famous Voices da revista Speak Up.

- Outra boa oportunidade está em Famous Voices (Vozes Famosas) gravações de reportagens ou depoimentos de pessoas famosas, como atores, atrizes, músicos, políticos, cientistas, escritores,...

Aos Professores

Como é bom podermos ter em nossas salas de aula alunos que freqüentam cursos particulares de inglês. Facilita tanto nosso trabalho. Permite-nos evoluir com maior velocidade. Dá gosto vê-los falando ou escrevendo com tanta desenvoltura em língua estrangeira. É possível até mesmo pedir a eles que leiam alguns textos mais longos para aprofundamento...

Professor de inglês, se você pensa assim, por favor, me desculpe a sinceridade, mas você não está justificando o seu salário e a sua permanência no emprego. Concordo com você que esses alunos podem realmente incentivar um maior apego ou desenvolvimento nos estudos, por vezes mesmo, auxiliá-lo por se prestar a dar apoio aos alunos que tem maior dificuldade na área. Entretanto, o crescimento da rede particular de escolas de inglês acontece devido a nossa inoperância enquanto professores das escolas públicas ou privadas.

Se os alunos migram para a rede privada de escolas de línguas, alguma coisa tem que ser modificada. Não tem sentido ficarmos trabalhando o inglês (ou outra língua) com nossos alunos por períodos de 4 a 7 anos (Ensino Fundamental e Ensino Médio) sem que os mesmos fixem conceitos, aprendam a gramática, se mostrem aptos a ler textos, a falar ao menos em níveis básicos ou a escrever em inglês.

Temos que dar um basta e trabalhar por melhores condições e resultados no ensino de línguas estrangeiras nas escolas. Temos que, ao terminar nosso trabalho, ter a plena convicção de que nossos estudantes sabem, podem e vão utilizar os recursos que fornecemos a eles. Se puderem se aprofundar em cursos externos, ótimo. Caso não tenham tido essa chance, nossa consciência tem que estar tranqüila, pois fizemos por eles o que se esperava ao lhes conceder as ferramentas e o manejo das mesmas, permitindo-lhes comunicar-se em outra língua que não o português, sua língua nativa.

Utilizar outros materiais como livros, vídeos, músicas ou a internet são peças fundamentais nessa transição de uma educação que deixa muito a desejar em língua estrangeira para uma realmente efetiva, eficiente. Nesse interim:- if you wish to improve, take a close look at the Speak Up magazine website, you’ll certainly enjoy it! Best wishes.

Avaliação deste Artigo: 3 estrelas
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2 COMENTÁRIOS

1 Daniel Elias Moreira Oliveira - uberaba
Olá! Primeiramente gostaria de parabeniza-lo pelo artigo , realmente muito bom! Nesta mesma oportunidade venho também a pedir uma grande ajuda, um conselho e uma opinião. Deixei o curso de letras para fazer enfermagem a pedido da familia, aquela coisa toda de achar bonito e mais. Frustado estou a um bom tempo e não vendo mais agora estou seriamente pensando em voltar a cursar letras, ao mesmo tempo quero me dedicar a um curso extra de uma escola estadual daqui. mesmo que o curso não é presencial gostaria de saber se existem possibilidades de achar uma remuneração boa para o cargo de professor de inglês? Desde já novamente agradeço a atenção e deixo aqui novamente o elogio pelo artigo, até mesmo o adicionei em meus favoritos pois acho que futuramente posso precisar! Meu grande sonho é ser um professor de inglês universitario.
26/12/2007 20:03:56


2 Hamilton de Oliveira Marques - Santos - SP
O artigo é claro e expressa a necessidade de se utilizar os vários meios disponíveis para alavancar o estudo da língua estrangeira em nosso país. Aliás quero registrar que desde pequeno sempre encontrei na escola uma postura ufanista em relação a língua pátria em detrimento das línguas estrangeiras. O português é de grande importância, não quero retirar o valor do seu estudo, mas relegar as línguas estrangeiras a enésimo plano, só contribui para uma educação medíocre no nosso país, sempre "do futuro" mas que nunca decola. Quanto a revista Speak Up, acho que sua opinião deve ser unânime em todo o Brasil, pois é um excelente material de estudo. Um forte abraço. Hamilton
16/03/2007 18:02:50


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