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Quem sou eu

João Luís Almeida Machado

Editor do Planeta Educação; Doutorando em Educação pela PUC-SP; Mestre em Educação, Arte e História da Cultura (Mackenzie-SP); Professor e Pesquisador; Autor do livro "Na Sala de Aula com a Sétima Arte - Aprendendo com o Cinema" (Editora Intersubjetiva)

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quinta-feira, 2 de julho 2009.

Novo Enem ultrapassa a marca de 1,9 mi de inscrições


O número de estudantes que se inscreveram para participar do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ultrapassou 1,9 milhão. Desde o início das inscrições, no dia 15 de junho, até esta terça-feira, já foram realizadas 1.930.781 inscrições. As inscrições para o Enem 2009 podem ser realizadas exclusivamente pela internet, através do site www.enem.inep.gov.br/inscricao, até as 23h59 do dia 17 de julho.

Neste ano, o exame servirá como forma de ingresso em pelo menos 40 das 55 universidades federais, substituindo total ou parcialmente o processo seletivo dessas instituições. As inscrições do Enem são feitas exclusivamente pela internet. A expectativa do Ministério da Educação (MEC) é chegar a 7 milhões de participantes.

No ano passado o Enem registrou 4.018.070 milhões de inscritos, dos quais 56,14% já haviam concluído o ensino médio em anos anteriores. Do total de inscritos, 72,68% compareceram à prova no dia 31 de agosto, ou seja, 2.920.589 participantes.

Segundo o Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela prova, o sistema de inscrições recebeu acessos de 64 países, incluindo Vietnã, Arábia Saudita, África do Sul, Índia, Grécia e Cuba.

Os alunos de escolas públicas estão isentos da taxa de inscrição. Já os que estudam na rede privada devem imprimir o boleto e pagar a taxa de R$ 35 em qualquer agência bancária. O Enem 2009 será aplicado em 1.619 municípios nos dias 3 e 4 de outubro, às 13h, com 180 questões de múltipla escolha.

Outras informações podem ser obtidas no site do Inep (www.enem.inep.gov.br).

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/interna/0,,OI3853393-EI8266,00-Novo+Enem+ultrapassa+a+marca+de+mi+de+inscricoes.html

 

Postato por Administrador Planeta Educação às 15:37

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quinta-feira, 25 de junho 2009.

Escola é dominada por preconceitos, revela pesquisa


O preconceito e a discriminação estão fortemente presentes entre estudantes, pais, professores, diretores e funcionários das escolas brasileiras. As que mais sofrem com esse tipo de manifestação são as pessoas com deficiência, principalmente mental, seguidas de negros e pardos. Além disso, pela primeira vez, foi comprovada uma correlação entre atitudes preconceituosas e o desempenho na Prova Brasil, mostrando que as notas são mais baixas onde há maior hostilidade ao corpo docente da escola.

Esses dados fazem parte de um estudo inédito realizado em 501 escolas com 18.599 estudantes, pais e mães, professores e funcionários da rede pública de todos os Estados do País. A principal conclusão foi de que 99,3% dos entrevistados têm algum tipo de preconceito e que mais de 80% gostariam de manter algum nível de distanciamento social de portadores de necessidades especiais, homossexuais, pobres e negros. Do total, 96,5% têm preconceito em relação a pessoas com deficiência e 94,2% na questão racial.

"A pesquisa mostra que o preconceito não é isolado. A sociedade é preconceituosa, logo a escola também será. Esses preconceitos são tão amplos e profundos que quase caracterizam a nossa cultura", afirma o responsável pela pesquisa, o economista José Afonso Mazzon, professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (FEA). Ele fez o levantamento a pedido do Inep e da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade, órgãos do Ministério da Educação (MEC).

Segundo Daniel Ximenez, diretor de estudos e acompanhamento da secretaria, os resultados vão embasar projetos que possam combater preconceitos levados para a escola - e que ela não consegue desconstruir, acabando por alimentá-los. "É possível pensarmos em cursos específicos para a equipe escolar. Mas são ações que demoram para ter resultados efetivos."

Para saber mais, acesse o link do Estadão:http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090618/not_imp389064,0.php

 

Postato por Administrador Planeta Educação às 14:15

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quinta-feira, 18 de junho 2009.

Professores brasileiros têm perfil jovem, aponta pesquisa


 Ao contrário do panorama entre os docentes de outros países, a maioria dos professores do Brasil é jovem. É o que aponta a pesquisa Teaching and Learning International Survey (Talis), realizada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em 24 países. Na maioria dos países, o estudo aponta que a força de trabalho das escolas está envelhecendo. Já no Brasil, só 12% dos docentes têm mais de 50 anos. De acordo com a pesquisa, quase um quarto dos professores têm menos de 30 anos.

O principal objetivo do estudo é levantar dados sobre o ambiente de aprendizagem e as condições de trabalho que as escolas oferecem aos seus profissionais. Para a secretária de educação básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, é positivo o fato de 22% dos docentes ter menos de 30 anos. “Atrair novos talentos para a carreira é importante. O próximo passo é garantir que ele tenha um bom plano de carreira, salários adequados e boas condições para que ele permaneça na profissão até se aposentar”, avaliou.

Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Franklin Leão, o percentual de jovens no magistério ainda é baixo. Ele acredita também que muitos professores com mais de 50 anos abandonam a carreira. "O professor ingressa na carreira jovem, aos 20 e poucos anos, mas depois de dez anos não vê perspectivas de um futuro melhor e vai procurar outras carreiras que ofereçam ganhos salariais melhores”, aponta.

Para saber mais, acesse o link da Agência Brasil: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/06/17/materia.2009-06-17.0770483240/view

 

Postato por Administrador Planeta Educação às 14:06

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sexta-feira, 5 de junho 2009.

MEC extingue 17 cursos de pedagogia e normal superior


RIO - Do total de 60 cursos de pedagogia e normal superior que foram submetidos ao processo de supervisão do Ministério da Educação (MEC), 17 estão em fase de extinção. Eles não apresentaram as condições necessárias para atender as determinações da Comissão de Especialistas nomeada pelo MEC para acompanhar a avaliação e realizar as visitas in loco às instituições. 

Ao todo, 49 cursos de pedagogia e 11 cursos de normal superior ficaram sob supervisão por apresentarem conceitos insatisfatórios no Enade (Exame Nacional de Avaliação do Desempenho de Estudantes), realizado em 2005.

A comissão do MEC verificou o projeto pedagógico do curso, a infra-estrutura da instituição e a composição do corpo docente, entre outras características do curso.

Em 12 situações, o encerramento da oferta foi solicitado pelas próprias instituições de ensino. Outros cinco cursos estão sob processo administrativo pelo não cumprimento das determinações do MEC.

Nos 43 cursos ainda em funcionamento, as instituições responsáveis assinarão Termo de Saneamento de Deficiências, a partir do qual se comprometem a promover melhorias estabelecidas pela Sesu (Secretaria de Educação Superior).

O prazo para o cumprimento das medidas é definido a partir da data de assinatura dos termos. No caso de 26 cursos que celebraram o termo de saneamento ainda em 2008, o prazo para o cumprimento é de doze meses e se encerra em junho de 2009.

Outros cinco cursos, com assinatura do termo entre março e abril de 2009, terão até o final deste ano para apresentarem à Sesu a comprovação do cumprimento das medidas.

Nove cursos foram visitados pela comissão de supervisão e, após terem sido notificados pelo MEC, devem firmar termo de saneamento. Três cursos de pedagogia foram excluídos do processo de supervisão depois que o MEC constatou que os cursos tinham qualidade.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Sesu.

Fonte: Uol (http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/06/04/ult105u8174.jhtm)
 

 

Postato por Administrador Planeta Educação às 14:26

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quinta-feira, 28 de maio 2009.

MEC quer que candidato a professor vá bem no Enem


SÃO PAULO - Após mexer com avaliação, aumentar recursos para escolas e prefeituras, incrementar material escolar e instituir piso salarial nacional, o Ministério da Educação quer cobrar mais qualidade do professor. Um pacote de medidas a ser apresentado hoje vai mexer com a formação, os concursos e até o acesso aos cursos de licenciatura: para ser candidato a professor, o estudante terá de ir bem no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Fizemos um mapeamento do que funciona no sistema de valorização do professor no mundo para tentar atrair jovens talentosos para a carreira do magistério. Concluímos que teríamos de criar dois filtros, o primeiro no ingresso à própria licenciatura. A ideia é que o ingressante tenha uma pontuação mínima no Enem?, explicou o ministro Fernando Haddad.

A obrigatoriedade dessa pontuação no Enem terá de ser introduzida por mudança na Lei de Diretrizes e Bases da Educação e vai atingir candidatos a licenciatura em qualquer área, em faculdades particulares ou públicas, estaduais ou federais. Se a instituição não usar o Enem na seleção, o candidato terá de fazer as duas provas.

O governo federal também levou adiante uma proposta que se arrastava havia mais de um ano: permitirá que estudantes formados com ajuda do Financiamento Estudantil e que se tornem professores em escolas públicas paguem com trabalho o seu empréstimo. A cada mês de trabalho, 1% do saldo devedor será quitado. O mesmo valerá para médicos que ingressarem no programa Saúde da Família. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (AE - Agencia Estado)

 

Postato por Administrador Planeta Educação às 10:41

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